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Brasileira é a primeira mulher no mundo a finalizar desafio Iron Butt com uma moto Ducati

Brasileira é a primeira mulher no mundo a finalizar desafio Iron Butt com uma moto Ducati

A mineira Virgínia Barbosa percorreu mais de 1.600 km em apenas 24hrs

21/04/2021

Foto: divulgação arquivo pessoal

Natural de Minas Gerais, Virgínia Barbosa, engenheira de software e apaixonada pelo mundo das duas rodas, foi a primeira mulher no mundo a finalizar o desafio Iron Butt, que consiste em pilotar uma motocicleta por 1600km em 24 horas. A brasileira utilizou o trajeto de Belo Horizonte até Mato Grosso do Sul para fazer o desafio e completou 1.689 quilômetros rodados em apenas 21h48min.

A coragem e determinação foram o que ajudaram a mineira a finalizar o desafio, que contou com alguns problemas durante o percurso. Mesmo com início indo bem, sentindo boas respostas da moto nas tomadas de curva, após entrar em território Mato-grossense e atravessar a ponte sobre o rio Paraná, Virgínia acabou passando direto numa lombada e o GPS acabou se soltando do USB, perdendo a conexão, e a mesma acabou só percebendo depois de seguir por mais 100km.

“(…) O tempo estava um pouco nublado e quando o sol saiu percebi que o meu destino deveria estar na minha frente e não atrás de mim”, conta a mineira, relembrando a situação. “Consegui ligar pro meu marido e com a localização do meu GPS de segurança ele traçou o caminho para eu chegar na minha rota original e peguei o rumo certo para Campo Grande”.

Foto: acervo pessoal

Voltando ao caminho correto, Virgínia percebeu que precisava abastecer, afinal tinha rodado alguns quilômetros não planejados. “No planejamento da rota havia um posto de gasolina entre as cidades de Inocência e Águas claras, mas esse posto foi desativado. Decidi seguir viagem. Grande erro. Faltando 10 km para chegar em Inocência deu pane seca na moto”, explica. “Mantive a tranquilidade e achei um reboque para me resgatar”.

Mesmo com os imprevistos, tudo ocorreu bem no final, “Consegui fazer os 1600 km e nesse momento minha emoção foi a mil. Eu gritava dentro do capacete, buzinava e piscava farol igual uma louca. Isso tudo no meio do nada. Tomada pela emoção, ao passar por uma operação policial, eu não vi o agente fazendo sinal de parada e continuei meu caminho, acelerando para chegar logo no posto e tirar foto da nota de abastecimento final, com meu hodômetro marcando mais de 1600 km”.

Foto: divulgação arquivo pessoal

“De repente vi uma luz ofuscante atrás de mim e o barulho de sirene e o giroflex da viatura da Polícia Rodoviária Federal ligado. Encostei a moto e ouvi um: mão na cabeça! Nessa hora bateu o desespero: o que eu fiz? Os policiais pediram para eu descer da moto e verificaram minha documentação. Estava tudo em ordem e eles quiseram saber o que eu estava fazendo sozinha, na madrugada, no meio do nada, andando de moto”, relembra. “Falei sobre o desafio e acabei fazendo mais dois amigos”.

Virgínia adiou seu sonho de pilotar até 2018, pois só conseguiu entrar no mundo das duas rodas somente após superar o trauma da perda do seu meu melhor amigo, num acidente de motocicleta a 18 anos atrás. Para completar o desafio, ela utilizou uma Ducati Monster 797.

Escrito por: Luana Alves